Mensagem do dia – Tenha pensamentos de progresso.

Você acha que não deve perder tempo pensando em progresso?

Mas como, se você existe para progredir?

As forças, capacidades e valores estão em você
para criarem raízes e crescerem sempre mais.

Se fortalecidos, exigem-lhe ação.

E, de ação em ação, o seu progresso é infinito.

Creia em si, em sua essência divina, no amor,
e aumente o seu potencial interno.

Melhore-se.

Tenha pensamentos de progresso.

Os pensamentos de progresso formam os
riachos, os rios e os mares da felicidade.

BOM DIA/23/06

A Preocupação olha em volta ,
A Tristeza olha para trás ,
A Fé olha para cima.

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SANTO ANTONIO

Nascido em Lisboa no 15 de agosto de 1195, Fernando de Bulhões, nome de batismo do santo, morreu em Pádua, na Itália. O santo recebeu o nome Antônio em 1220 quando passou da Ordem de Santo Agostinho para a Ordem de São Francisco, tornando-se missionário no Marrocos. Mas logo retornou a Europa por causa de problemas com a saúde.
Apesar da grande fama de casamenteiro atribuída a Santo Antônio, seus devotos recorrem a ele por várias causas.
Na tarde de 13 de junho, mês em que os lírios florescem, Frei Antônio de Lisboa morre às portas da cidade de Pádua. Suas últimas palavras são: ” Estou vendo o meu Senhor “. As crianças são as primeiras a saírem pelas ruas anunciando: “Morreu o Santo”.
No dia 13 de junho também é tradição a busca do “pãozinho de Santo Antônio” nas celebrações em homenagem ao santo. O pão é bento e acreditam que se deve colocá-lo junto aos alimentos para que estes não faltem jamais.
Outro costume nesta data é o de famílias mais abastadas doarem um determinado número de quilos de pão correspondente ao peso da pessoa que fez a promessa a Santo Antônio.
Alguns Milagres:
Santo Antônio é sem dúvida o “Santo dos Milagres”. A sua taumaturgia – relação de milagres – iniciada em vida com uma pluralidade de milagres que lhe valeram a canonização em menos de um ano, é, na história da Igreja, a mais vasta e variada.
De Santo “casadoiro” a “restituidor do desaparecido”, passando por “livrador” das tentações demoníacas, a Santo Antônio tudo se pede. Citaremos abaixo alguns dos milagres operados por esse santo.
Santo Antonio prega aos peixes.

Reza a lenda que estando a pregar aos hereges em Rimini, estes não o quiseram escutar e viraram-lhe as costas. Sem desanimar, Santo Antônio vai até à beira da água, onde o rio conflui com o mar, e chama os peixes a escutá-lo, já que os homens não o querem ouvir. Dá-se então o milagre: multidões de peixes aproximam-se com a cabeça fora de água em atitude de escuta. Os hereges ficaram tão impressionados que logo se converteram.

Este milagre encontra-se citado por diversos autores, tendo sido mesmo objeto de um sermão do Padre Antônio Vieira que é considerado uma das obras-primas da literatura portuguesa.

Santo Antônio livra o pai da forca.

Tinha havido um crime de morte em Portugal, onde nascera Santo Antônio. Todas as suspeitas do crime recaíam sobre o pai do santo.
Chegou o dia do julgamento. Os juízes estavam reunidos para proferir a sentença condenatória. Assentado ali no banco dos réus, seu pai não podia se defender.
Nesse momento Santo Antônio estava fazendo um sermão numa igreja da Itália. Conta-se que, em dado instante, ele interrompeu o sermão e ficou imóvel, como se estivesse dormindo em pé. Durante esse mesmo tempo foi visto na sala do júri, em Portugal, conversando com os juizes. Entre outras coisas, disse-Ihes o santo: Por que tanta precipitação? Posso provar a inocência do meu pai. Venham comigo até o cemitério.
Aceitaram o convite. Frei Antônio mandou abrir a cova do homem assassinado e perguntou ao defunto: “Meu irmão, diga perante todos, se foi meu pai quem matou você”.
Para espanto dos juízes e de todos que ali estavam, o defunto abriu a boca e disse devagar, como se estivesse medindo as palavras:
“Não foi Martinho de Bulhões quem me matou”. E tornou a calar-se. Estava provada de maneira milagrosa a inocência do seu pai. Mais uma vez a verdade triunfou sobre a mentira e a calúnia.
Operou-se aí dois fatos milagrosos, a bilocação, ou ato de uma pessoa estar (por milagre) em dois locais ao mesmo tempo, e o poder de reanimar os mortos.

Com o Menino Jesus nos braços

Outro milagre, também reportado na crônica do Santo, ocorre já no fim da sua vida e foi contado pelo conde Tiso aos confrades de Santo Antônio após sua morte. Estando o Santo em casa do conde Tiso, em Camposampiero, recolhido num quarto em oração, o conde, curioso, espreita pelas frinchas de uma porta a atitude de Frei Antônio; depara-se então uma cena miraculosa: a Virgem Maria entrega o Menino Jesus nos braços de Santo Antônio. O menino tendo os bracinhos enlaçados ao redor do pescoço do frade conversava com ele amigavelmente, arrebatando-o em doce contemplação. Sentindo-se observado, faz conde Tiso jurar que só contaria o visto após a sua morte.
*****
Conta-se que seu pai, Martinho, gostava de ir a uma fazenda que possuía nos arredores de Lisboa. Um dia, levou o filho com ele. Ocorre que insaciáveis bandos de pássaros desciam continuamente para bicar os grãos de trigo. Era necessário espantá-los para impedir grave dano à colheita. Martinho encarregou o garoto de manter longe os pequenos ladrões.

O pai se foi e Fernando permaneceu correndo de cá para lá no campo. Em pouco tempo começou a se aborrecer com aquela ocupação. Não muito longe, uma capelinha rústica o convidava à oração. Mas o pai o mandava enxotar os passarinhos,não podia desobedecer.

Gritou, então aos pássaros, convidando-os a segui-lo para dentro de uma sala da fazenda. Obedientes os pássaros entraram. Quando todos estavam dentro, Fernando fechou as janelas e as portas, e foi tranqüilamente fazer sua visita ao Senhor.

Retornando o pai veio procurá-lo. Andou pelo campo, chamando-o cá e lá, mas não encontrou ninguém. Preocupado, dirigiu-se à capela e o descobriu, todo absorto na prece. Fernando tomou o pai pelas mãos e o conduziu ao salão repleto dos vôos e dos cantos dos graciosos prisioneiros. Abriu a porta e, a um sinal seu, os pássaros, em bando, retornaram os livres caminhos do espaço.

Outra história muito conhecida é a provável responsável pela associação de Santo Antônio com a descoberta de pessoas e objetos desaparecidos. Conta-se que, um dia, o frei descobriu que um noviço havia fugido do mosteiro e levado com ele seus comentários sobre o Livro dos Salmos. Ele, então, rezou para o retorno de ambos. Em pouco tempo, o jovem arrependido voltou para a vida religiosa, acompanhado, é claro, dos manuscritos.

REFLITA SOBRE O SEU VIVER

Você costuma refletir sobre sua forma de viver, ou simplesmente vive?

Sabe aonde seus passos o conduzirão, ou simplesmente caminha?

Decide, conscientemente, a direção que toma, ou apenas segue à frente, de maneira quase automática?

Reflete bem sobre o que pensa e diz, ou solta as palavras como uma metralhadora que dispara projéteis?

Pondera, antes de agir, sobre os efeitos que surgirão de suas atitudes, ou prefere reclamar dos resultados infelizes só depois que surgem?

Considere que cada escolha feita terá suas conseqüências correspondentes, desencadeando uma sucessão de fatos sem fim.

Por tudo isso, reflita sobre o seu viver.

Volte seu olhar para dentro de si próprio e analise a sua vida, seu modo de ser, suas decisões, os sentimentos que molduram seu caráter, suas reações, seus anseios, seus sonhos.

Reflita sobre si. Sobre quem é você, de onde veio e para onde vai. Por que se encontra onde está, com as pessoas que o rodeiam, vivendo as situações que vive.

Reflita sobre si mesmo.

Pense em como seria se você fosse um pouco diferente do que é.

Imagine se fosse um pouco melhor do que é, um tanto mais amável, mais amigo, menos impulsivo, menos reativo às vicissitudes da vida.

Reflita e pense sobre como seria e como pode ser.

Como será o seu viver, se experimentar um jeito novo de sentir aquele sentimento desagradável que lhe acomete.

Como seria se ao invés de responder da maneira abrupta que lhe é comum, se esforçasse para responder com mais suavidade.

Como seria se durante um dia inteiro não emitisse uma única reclamação, mesmo que os pensamentos lhe viessem à mente.

Como seria atender a tudo que lhe solicitam sem azedume ou sem rabugice.

Como seria se você fosse uma versão melhorada, repaginada de você mesmo, um sósia mais amoroso, mais terno.

Talvez se você se permitisse executar todos esses procedimentos, na ordem que foram sugeridos, se surpreenderia ao ver que é capaz de ser o que imaginou, porque sabe que é capaz de ser melhor. Sabe que é possível mudar.

Remova de si mesmo e da sua indolência todas as amarras que o prendem ao passado, ao que foi, ao que é.

Dê a si próprio a chance de mudar as coisas, de tomar as rédeas da sua vida, de decidir as metas a serem alcançadas e obrigar-se a chegar ao objetivo que escolheu.

Nada o impede.

Nem Deus, nem o mundo, nem os outros.

É você que se mantém onde está, por comodismo.

Confie em si mesmo e verá descortinar outro amanhã, mais auspicioso. Com certeza se sentirá bem melhor do que se sente e muito mais próximo de Deus.

Pense nisso, e jamais deixe de refletir sobre o seu viver!

Ouça seu interior e ajuste seus passos na direção da grande luz.

Cada Dia

Nada mais lindo de ver que o dia amanhecer,
o sol tingindo o horizonte de todas as cores,
espantando as sombras da noite!

Os pássaros iniciam sua cantoria
em agradecimento ao Criador,
depois, saem em alegre revoada,
cruzando ceus e mares.
E quando o sol não aparece,
porque o ceu está chorando,
lavando a terra e toda a natureza,
com o vento cantando nas frestas da janela,
o mundo fica mais quieto, os pássaros nos ninhos,
protegendo seus filhotinhos.

Com sol ou chuva, a cada dia
elevo a Deus uma prece de agradecimento
pela nova oportunidade de crescimento
espiritual.

Saúde

“A saúde do corpo está conectada com a saúde da mente.
Pratique ter bons pensamentos durante o dia e evite ter pensamentos inúteis.
Não perca tempo com assuntos menores.
Após dedicar corpo e mente ao trabalho por oito horas, dê descanso a ambos.
Passe a chave nos pensamentos sobre o trabalho e só abra quando for absolutamente essencial.
Essa é a receita para manter boa saúde.”

Aceitação

Aceitar a situação em que nos encontramos também é uma forma de lutar. Só que sem agravarmos ainda mais o que já não é tão favorável.
É apegar-se ao que temos de positivo, o que temos de melhor para sair mais depressa da situação aflitiva, evitando “o ficar a espera de mais sofrimentos”.

É uma questão de postura diante da vida, pois existem coisas que podemos e devemos questionar, mas existem fatos e situações que não cabem a insistência do nosso “por quê?”.

Não pense que a aceitação significa acomodação.
Muito pelo contrário, as vezes é muito mais difícil aceitar um fato do que lutar contra ele, normalmente usando a revolta como forma de penitência pessoal.
Neste ponto, lembro-me de Jesus no Horto, posto de joelhos, começou a orar dizendo:

“Pai, se quiseres, afasta de Mim este cálice, não se faça, contudo, a minha vontade mas a tua”.
Sentindo que a resposta era o caminho da dor, “cheio de angústia, pôs-se a orar mais intensamente
e o suor tornou-se-Lhe como grossas gotas de sangue, que caíam na terra.”(Lc 22, 42)

Resignado, aceitou a situação que se apresentava tão dolorosa, sem a revolta tão comum ao ser humano.
É preciso “que o mundo saiba que Eu amo o Pai, que faço como o Pai Me mandou” (Jo 14, 31).

Talvez, neste instante da sua vida, tudo o que você precisa é amar o Pai além de todas as dores, angústias e decepções, buscando no seu íntimo, a partícula divina que te liga ao Criador, enchendo-se assim de esperança, certeza e amor.

“fiat voluntas tua, sicut in cælo et in terra.”
(seja feita a Tua Vontade, assim na terra como no céu)

AS FORÇAS DO AMANHÃ

“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?”
- Paulo (I Coríntios, 5:6)

Ninguém vive só.
Nossa alma é sempre núcleo de influência para os demais.
Nossos atos possuem linguagem positiva.
Nossas palavras atuam à distância.
Achamo-nos magneticamente associados uns aos outros.
Ações e reações caracterizam-nos a marcha.
É preciso saber, portanto, que espécie de forças projetamos naqueles que nos cercam.
Nossa conduta é um livro aberto. Quantos de nossos gestos insignificantes alcançam o próximo, gerando inesperadas resoluções.

Quantas frases, aparentemente inexpressivas, arrojadas de nossa boca estabelecem grandes acontecimentos!…

Cada dia emitimos sugestões para o bem ou para o mal.
Dirigentes arrastam dirigidos.
Servos inspiram administradores.

Qual é o caminho que a nossa atitude está indicando?

Um pouco de fermento leveda a massa toda. Não dispomos de recursos para analisar a extensão de nossa influência, mas podemos examinar-lhe a qualidade essencial.

Acautele-te, pois, com o alimento invisível que forneces às vidas que te rodeiam.

Desdobra-se o destino em correntes de fluxo e refluxo. As forças que hoje se exteriorizam de nossa atividade voltarão ao centro de nossa atividade, amanhã.

A PAZ!!!

Peço aos anjos da paz
Que protejam seu lar
Que abençoem seu sono
Para que tenhas
Um lindo despertar
Que eles afaguem
Sua dor
Derramando amor
em seu coração
Abençoem sua família
Com muita saúde
Que os anjos de luz
Iluminem seu novo dia
Encham sua mente
De perseverança
Renovem sua fé
Sua coragem

Que nossas mãos possam ser portadoras de paz…

De afagos…
De carinho…

Que escorra delas os mais límpidos sentimentos…
de bálsamos…
de alívio…
de força…
de luz…

Que possam ser espraiados na terra árida..
fazendo germinar o amor entre as pessoas..
Multiplicando cada melhor essência de nós..
Fazendo-nos fortes ao meio à tempestade..
Deixando-nos ver o sol que nasce..
Que rompe a noite…
Que se faz dia…
Que se faz belo…
Que se faz vida!
Que se chama amor…

O CÁLICE DE PÉROLAS

Era uma vez… As histórias maravilhosas começam assim. Não importa o tamanho delas. Se começam por era uma vez, são sempre maravilhosas.

Pois era uma vez um homem. Um homem pobre que de precioso só tinha um cálice. Nele, ele bebia a água do riacho que passava próximo à sua casa. Nele, bebia leite, quando o conseguia, em troca de algum trabalho.

Era pobre, mas feliz. Feliz com sua esposa, que o amava. Feliz em sua pequena casa, que o sol abraçava nos dias quentes, tornando-a semelhante a um forno. Feliz com a árvore nos fundos do terreno, onde escapava da canícula. Saía pelas manhãs em busca de algum trabalho que lhe garantisse o alimento a ele e à esposa, a cada dia.

Assim transcorria a vida, em calma e felicidade. Nas tardes mornas, quando retornava ao lar, era sempre recebido com muita alegria. Era um homem feliz. Trazia o coração em paz, sem maiores vôos de ambição.

Então, um dia… Sempre há um dia em que as coisas acontecem e mudam o rumo da História.

Pois, nesse dia, nem ele mesmo sabendo o porquê, uma lágrima caiu de seus olhos, dentro do cálice.

De imediato, o homem ouviu um pequeno ruído, como de algo sólido, que bateu no fundo do recipiente. Olhou e recolheu entre os dedos uma pérola. Sua lágrima se transformara em
uma pérola.

Então, o homem pensou que poderia ficar muito rico se chorasse bastante. Como não tinha motivos para chorar, ele começou a criá-los. Precisava se tornar uma pessoa triste, chorosa, para enriquecer. Com o dinheiro da venda das pérolas pensava comprar lindas roupas para sua  esposa, uma casa mais confortável, propriedades, um carro.

E assim foi. Ele começou a buscar motivos para ficar triste e para chorar muito. Com isso conseguiu muitas riquezas. Ele poderia tornar a ser feliz. No entanto, desejava mais. As pequenas coisas que antes lhe ofertavam alegrias, agora, de nada valiam.

Que lhe importava o raio de sol para se aquecer no inverno? Com dinheiro, ele mandou colocar calefação interna em toda sua residência. Por que aguardar os ventos generosos para arrefecer o calor nos dias de verão? Com dinheiro, ele pediu para ser instalado ar condicionado em toda a sua casa. E no carro, e no escritório que adquiriu para gerir os negócios que o dinheiro gerara.

E a tristeza sempre precisava ser maior. Do tamanho da ambição que o dominava. Nunca era o bastante. Os afagos da esposa, no final do dia e nos amanheceres  de luz deixaram de ser imprescindíveis.

Ele não podia perder tempo. Precisava chorar. Precisava descobrir fórmulas de ficar mais triste e derramar mais lágrimas.

Finalmente, quando o homem se deu conta, estava sem esposa, sem amigos. Só… Com seu dinheiro, toda sua imensa fortuna. Chorando agora, estava tão desolado, que nem mais se importava em despejar o dique das lágrimas no cálice.

A depressão tomara conta dele e nada mais tinha significado.

A história parece um conto de fadas. Mas nos leva a nos perguntarmos quantas vezes desprezamos os tesouros que temos, indo à cata de riquezas efêmeras.

Pensemos nisso e não desperdicemos os valores verdadeiros de que dispomos. Nem pensemos em trocá-los por posses exageradas. A tudo confiramos o devido valor, jamais perdendo nossa alegria.

Haveres conquistados à troca de infelicidade somente geram infelicidade.