Mensagem do dia – Paz espontânea.

Chegue à paz espontânea.

A paz espontânea é a que você tem quando
não mais teme o resultado disto ou daquilo.

Ela sabe se cuidar muito bem e é sempre natural, assim c
omo é natural o trabalho do estômago, do fígado, do coração.

Não envide mais esforços para obter a paz.

De início, talvez você precise deles.

Mas, com o intuito constante de mantê-la, ela aparece sem
alarde e assenta-se, até mesmo sem que você a note.

A paz espontânea é o seguro de vida do coração.

BOM DIA/20/05

É através das dificuldades que a vida nos ensina as mais sublimes lições.

A estrada do bem está cheia de tropeços e percausos, mas é por ela que se chega aos campos floridos da felicidade.

SERÁ QUE EU PRECISO?

Será que precisamos de tudo aquilo que desejamos ter?

Você já parou para pensar sobre isso?

Eis uma reflexão que necessita de nossa atenção, e que irá colocar em análise muitos de nossos valores.

Lembramos de uma passagem narrando que Mahatma Gandhi, depois de ter conseguido a independência da índia, fez uma visita à Inglaterra.

Passeava com algumas pessoas pelas ruas de Londres, quando sua atenção foi atraída para a vitrine de uma famosa joalheria.

E ali ficou Gandhi, olhando as pedras preciosas e as jóias ricamente trabalhadas.

O dono da joalheria imediatamente o reconheceu, e foi até a rua saudá-lo:

Muito me honra que o Mahatma esteja aqui, contemplando o nosso trabalho – disse ele. Temos muitas coisas de imenso valor, beleza e arte, e gostaríamos de oferecer-lhe algo.

Sim, estou admirado com tanta maravilha – respondeu Gandhi. E, mais ainda, estou surpreso comigo, pois ainda consigo viver e ser respeitado sem precisar usar jóias.

Outro espírito muito sábio também se refere a estas mesmas questões.
O Dalai Lama, em sua obra “A arte da felicidade”, traz observações e apontamentos sobre isso, propondo a seguinte prática:

Toda vez que estivermos diante de algo que desejamos adquirir, algo que nos desperte o desejo, a vontade, indaguemos a nós mesmos: será que eu preciso disso?

Se nos deixarmos levar por um primeiro impulso responderemos “sim, é claro que preciso”, pois ainda não racionalizamos nada.

Agora, se pensarmos um pouco mais, e deixar este primeiro ímpeto para trás, conseguiremos descobrir se realmente estamos precisando daquilo.

Assim, assegura-nos o líder tibetano que não seremos facilmente seduzidos pelas conquistas materiais, que tendem a querer nos escravizar.

Nosso ser é frágil, e ainda acha que precisa de recursos externos para assegurar sua felicidade. A baixa auto-estima, por vezes nos faz procurar no mundo algo que consiga elevá-la.

Comprar roupas, carros, jóias, pode trazer uma certa satisfação às nossas vidas, mas ela será apenas momentânea, e logo que o encanto com o novo passe, voltaremos ao nosso anterior estágio de felicidade.

O ser que busca a espiritualização, vai encontrar os recursos para construir sua felicidade naquilo que não é matéria, vai encontrar a satisfação nos sentimentos, nas ações nobres que pratique em favor do outro, numa conversa amiga, na contemplação da natureza.

O ser que busca a espiritualização precisa rever seus valores, e não ceder aos apelos da mídia e dos modismos, conseguindo assim alicerçar sua felicidade em terreno seguro.

O sábio dos sábios um dia ensinou: “não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Mas, ajuntai tesouros no Céu, onde nem a ferrugem destrói, e onde os ladrões não arrombam e nem roubam. Pois onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”

Erramos para acertar

Todos erramos querendo acertar.
Excepcionalmente,
algumas pessoas podem cometer
erros conscientemente,
mas ainda assim buscam a felicidade,
de forma desesperada,
mas buscam.

A solidão e carência afetiva
deixam a alma aberta a muitas
portas que em outras
ocasiões manteríamos fechadas.
Deixa-nos acessíveis,
frágeis e crédulos.
O feio pode tornar-se bonito e agradável;
o proibido, irresistivelmente atraente.

Achamos desculpas para convencer
os outros e nem sempre
convencemos nosso coração.

Mas insistimos…

Acontece de cometermos
erros imperdoáveis,
não aos outros, mas a nós.
Esses mesmos erros que nos
fazem querer não ter existido
por um momento,
querer apagar da memória e do tempo,
desaparecer,
ou chorar até que as lágrimas
lavem todas as nossas culpas,
mas sabemos que,
quaisquer que sejam nossas tentativas,
elas serão em vão.

E aprendemos com os primeiros erros?

Ah,
não… tentamos ainda e ainda
nessa busca incessante
pela felicidade…

Nos cegamos voluntariamente,
sem termos consciência do quanto
isso pode nos custar,
do quanto pode doer,
das penas que podem nos causar.

Ah!…
As más decisões não têm retorno,
os gestos cometidos não têm volta
e as palavras ditas se foram.
O que escrevemos, escrevemos,
por onde andamos
e não é nos agarrando a esses
detalhes que seguiremos em frente.

É justamente quando conhecemos
nossos erros e nossas culpas que
os evitaremos depois.

Sei que isso nem sempre acontece,
senão não cometeríamos duas ou três
vezes os mesmos desenganos,
mas um dia aprendemos.

Aprendemos que todo mundo erra,
todo mundo acerta,
todo mundo se arrepende e quer voltar atrás;
todo mundo chora algo perdido
ou uma decisão errada;
todo mundo já se sentiu a pessoa
mais infeliz e pequenininha em
um momento ou um outro e quis
esconder-se até de si mesmo.

Aprendemos que a vida tem curvas,
laços, boas e más intenções,
campos floridos e terras desertas;
aprendemos que para se viver é preciso
saber perdoar-se a si mesmo,
sem porventura deixar de tirar
as lições do que se vive.

Ser maduro,
completo e sábio não é ser infalível.
O mundo é feito de seres humanos,
corações e sentimentos e não
de super-heróis.

Ser maduro é buscar o melhor
do que vivemos,
acreditar que Deus perdoa falhas,
compreende nossas buscas e nos
reconforta a cada queda.

Ser maduro não é evitar
as flores que têm espinhos,
mas redobrar de cuidado ao colhê-las,
conhecer os perigos e não se deixar
dominar pelo medo;
é viver,
consciente de que se não
andamos não chegamos a lugar
nenhum e se erramos temos
direito sim a uma segunda,
mesmo uma terceira chance.
Porque nada há mais no mundo
que Deus deseje do que
a nossa felicidade.

Se Eu fosse a vida

Não permitiria que ninguém
morresse de dores e
sofrimentos. Apenas que dormissem o sono da
eternidade
Se Eu fosse a Luz
Não permitiria que ninguém
vivesse no escuro
Fazia de cada pessoa sua própria Luz
Se Eu fosse Amizade
Jamais deixaria alguém na solidão, Conservaria as
pessoas sempre rodeados de Amigos
Se Eu fosse o Amor
Colocaria tanto Amor nos corações, que não sobraria
espaço algum vago para outros sentimentos
Se Eu fosse Deus (Ele sabe o que faz)
Construiria um mundo só de Amor. Onde tudo fosse
Paz e Harmonia.
Mas como não sou nada disso
Quero dizer que Adoro Vocês meus AMIGOS.  Desejo tudo
de melhor sempre
vocês tem um lugar muito Especial
no meu coração…

O dia mais belo?

HOJE.

A coisa mais fácil?

ERRAR.

O maior obstáculo?

O MEDO.

O maior erro?

O ABANDONO.

A raiz de todos os males?

O EGOÍSMO

A distração mais bela?

O TRABALHO.

A pior derrota?

O DESÂNIMO.

Os melhores professores?

AS CRIANÇAS.

A primeira necessidade?

COMUNICAR-SE.

O que mais te faz feliz?

SER ÚTIL AOS DEMAIS.

O maior mistério?

A MORTE.

O pior defeito?

O MAU HUMOR.

A pessoa mais perigosa?

A MENTIROSA.

O sentimento mais ruim?

O RANCOR.

O presente mais belo?

O PERDÃO.

O mais imprescindível?

O LAR.

A rota mais rápida?

O CAMINHO CERTO.

A sensação mais agradável?

A PAZ INTERIOR.

A proteção afetiva?

O SORRISO.

O melhor remédio?

O OTIMISMO.

A maior satisfação?

O DEVER CUMPRIDO.

A força mais potente do mundo?

A FÉ.

As pessoas mais necessárias?

OS PAIS.

A mais bela de todas as coisas?

O AMOR.

TUAS DORES

Não vejas a dor como castigo divino, mas sim, como lição a ser aprendida.
Deus não castiga a ninguém, perdoa incondicionalmente a tudo e a todos.
As leis Divinas não são de reprimenda e mortificação, mas sim, amorosas e instrutivas.
Tuas dores, porém, são criações de tuas atitudes e pensamentos negativos.
Renova tuas idéias, pensando no bem maior e terás tuas dores amenizadas cada vez mais.
Tu mesmo é que Te punes; teus atos deseducativos frente à vida é que te constrangem.
Reeduca-te com a visão dos ensinamentos universais e entrarás no fluxo da paz e bonança.

Paz a Todos.

Ensinar

“O modo mais elevado de ensinar é ensinar na forma de perdão. Não dê apenas lições.
Tenha misericórdia, perdoe e então dê ensinamentos.
Lembre-se de três palavras: ensinamentos, misericórdia e perdão. Se você ensinar enquanto sendo misericordioso, seus ensinamentos funcionarão.
O método para ter misericórdia é cultivar os bons votos e os sentimentos puros.”

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A PAZ QUE TRAGO EM MEU PEITO

A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia…

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.

Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.

A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé…

Ter paz é ter a consciência tranqüila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou…

Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.

Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem.

Ter paz é ter um coração que ama…

Ter paz é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas água se espreguiçam…

Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.

Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer…

Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade…

É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer…

Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências…

A paz que hoje trago em meu peito é a tranqüilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições.

É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos…

É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo.

É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra.

É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.

A paz que hoje trago em meu peito é a confiança naquele que criou e governa o mundo…

A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido.

Pense nisso!

Às vezes, para manter a paz que hoje mora em teu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio.

Lembra-te de usar o silêncio quando ouvir palavras infelizes.

Quando alguém está irritado.

Quando a maledicência te procura.

Quando a ofensa te golpeia.

Quando alguém se encoleriza.

Quando a crítica te fere.

Quando escutas uma calúnia.

Quando a ignorância te acusa.

Quando o orgulho te humilha.

Quando a vaidade te provoca.

O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo, por isso é uma poderosa ferramenta para construir e manter a paz.

Continua Servindo

Supera todos os obstáculos e continua servindo.
Que a dor não te incomode além da justa preocupação.
Não repares, excessivamente, nos fenômenos que te acometem o corpo em
constante desgaste.
É natural que o tempo te imponha limitações aos movimentos.
Harmoniza os teus pensamentos e o teu espírito terá ascendência sobre a
forma física em que te expressas.
Mesmo de saúde combalida, cumpre, na medida do possível, com as tuas
obrigações cotidianas.
A inércia voluntária costuma ser fator agravante das chamadas doenças
psicossomáticas.
Não repouses, pois, além do que te seja necessário ao pronto
restabelecimento.
Se for o caso, reduze, sim, as tuas atividades, mas não as deixes de todo.
Embora a passos vacilantes, caminha sempre.
O corpo acamado não te pode impedir de pensar no bem e de desejá-lo.
O espírito consciente encontra mil modos de ser útil e dinamizar a própria