Mensagem do dia – Crença em si mesmo.

A questão da crença em si mesmo se apresenta delicada.

Nem sempre a consideramos necessária.

Afinal, por que isso?

Crer exatamente no quê?

Ma essa é uma questão importante, que diz respeito
à nossa formação pessoal, ao enriquecimento
de nossos pensamentos e emoções.

Quem não acredita em si perde as melhores
condições de ação, de reação, de vitória.

Cobre-se desânimo.

Desorienta-se.

Não planeja, com medo de não acertar; não faz,
com medo de não se contentar; e até mesmo
não começa temendo não poder continuar.

BOM DIA/11/04

“Nunca ore suplicando cargas mais leves,
mas ombros mais fortes.”

Luz que Transforma

A manhã apenas despertara e o homem se levantou.
Na tristeza com que se sentia envolvido, olhou para a filha doente, que gemia no leito pobre.

A esposa dormia e ele se preparou para sair antes que ela despertasse.

Seu rumo era o mercado, onde ele recolhia os frutos desprezados por aqueles que têm em demasia e desconhecem a dor do estômago vazio.

Um movimento inesperado, no entanto, lhe chamou a atenção.

Eram gritos, correria.

O povo se acotovelava formando um cortejo barulhento.
Soldados da Roma dominadora e audaciosa conduziam um condenado à morte.

O homem parou a observar aquela cena e pensou que aquele prisioneiro era mais infeliz do que ele próprio.
Suas dores eram morais: doíam por dentro.

Mas aquela criatura se apresentava machucada, sem forças, a carregar sobre os ombros um madeiro bruto e pesado.

Seus passos eram vagarosos, como num compasso de sinfonia fúnebre.

Arcado, a túnica que vestia se arrastava pelo chão, embaraçando-lhe os pés, dificultando-lhe, ainda mais, o caminhar.
O cireneu estava extático.

O homem estava sendo conduzido para o terrível suplício da cruz.

Era, sim, muito mais infeliz que ele próprio.

Nisto, a voz áspera de um dos soldados lhe ordenou auxiliar o condenado que caíra.

Não que o soldado se condoesse da sua dificuldade.

É que tinha pressa de se desvencilhar daquela tarefa.

O homem foi praticamente jogado para debaixo daquela madeira bruta, cheia de farpas.

Colocou o ombro ao lado do condenado e suspendeu o peso.

Sentiu uma dor profunda nos ombros e o olhar do auxiliado o penetrou.

Eram dois olhos de luz estampados numa face de sofrimento.
Jamais o cireneu haveria de esquecer aquele olhar.

A dor do ombro aumentava.

Logo adiante, o prisioneiro voltou a tropeçar e cair e as chicotadas da brutalidade o fizeram levantar-se.

Um pouco mais de tempo e o cireneu livrou-se do peso.

Agora o madeiro se transformara na cruz erguida para crucificar o condenado.

Aquele homem de Cirene, conhecido como cireneu, aguardou que a morte do crucificado se consumasse.

Algo nele o atraía, magnetizava-o.

Quando tudo terminou foi para casa e, porque chegou de mãos vazias, a esposa o repreendeu.

Ele não revidou.
Uma paz diferente tomava conta dele.

A filha veio correndo e o abraçou:
Estou boa, papai!

O homem recordou aqueles dois olhos azuis que agradeceram seu auxílio, sem nada dizer.

Um perfume sem igual penetrou o lar pobre.

A mulher se enterneceu.

Uma delicada e sutil presença podia ser sentida pelos três.

A vida do cireneu se transformou.

Apesar das lutas e dissabores, nunca mais o fantasma do desespero fez morada em sua casa.

Curioso, no dia seguinte, foi perguntar a respeito da identidade do condenado.

Descobriu que ele se chamava
Jesus de Nazaré.

ORAÇÃO PERANTE JESUS

Senhor!
Agradecemos aos professores de bondade e paciência, compreensão e tolerância que nos concedes, através de
todos aqueles que nos transmitem os ensinamentos
que nos legaste.
E manifestamos ao teu amparo a nossa gratidão pelos examinadores que nos envias, na pessoa de nossos familiares e companheiros, adversários e observadores
para que se nos verifique o grau de aproveitamento
das tuas mensagens de paz e amor.
Entretanto, Jesus, entre aqueles que nos induzem
a procurar as virtudes que ainda não possuímos e
aqueles outros que nos destacam os defeitos e as deficiências que ainda carregamos, nós te pedimos
força e coragem para sermos simples e humildes,
a fim de praticarmos as tuas lições.

Meus sonhos são uma fonte de sabedoria

Sempre vou dormir com pensamentos de amor que servem de base para o trabalho que executo em sonhos.  Pensamentos amorosos trazem respostas cheias de amor.
Sei que muitas das perguntas que tenho a respeito da vida podem ser respondidas quando durmo.  Quando acordo, pela manhã, lembro-me claramente de meus sonhos.

MISSIONÁRIO DA PAZ

Bem difícil será encontrar quem não tenha ouvido falar a respeito de Albert Einstein.

Ou quem não tenha visto a sua mais célebre foto, que o mostra pondo a língua para fora. Foto datada de 14 de março de 1951, durante a comemoração dos seus 72 anos de idade.

O que poucos talvez saibam é de suas intensas lutas pelas causas sociais.

Ele foi membro do Comitê de Cooperação Intelectual da Liga das Nações, juntamente com o maior líder dos direitos civis indianos, Mahatma Gandhi.

Participou de um manifesto internacional pela Liga Internacional da Mulher pela paz e liberdade. Também pelo desarmamento internacional, como fator principal para assegurar a paz no Mundo.

Estabeleceu uma campanha para angariar fundos para a Universidade Hebraica de Jerusalém. Desejava que os judeus de toda parte pudessem estudar sem viver sob regime de discriminação.

Como Físico famoso e invejada capacidade para palestras, conseguiu êxito nessa empreitada e se tornou Presidente da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Em Berlim, ocupando cargo de orientador no Instituto de Física, é informado de que Hitler chegara ao poder, na Alemanha.

Avisado por amigos de que havia um plano para que ele, Einstein, fosse assassinado, parte para os Estados Unidos.

Deixa a Alemanha com lágrimas nos olhos e na alma, por sentir a aproximação da Segunda Guerra Mundial. A esperança de paz se diluía no confronto do ódio e do egoísmo de homens, que sentiam prazer em matar pela prepotência do poder.

Instalado em Princeton, nos Estados Unidos, trabalha no Instituto de Estudos Avançados.

A essa altura, soube que os alemães, baseados em suas teorias, estudavam a construção de uma bomba atômica.

De imediato, escreve ao Presidente americano Franklin Roosevelt, procurando alertá-lo sobre a potência do urânio.

Nunca, declarava Albert, ele deveria servir como arma destruidora.

Judeu pacifista, luta contra a utilização das armas nucleares e convida o povo de Israel a lutar para a resistência contra o Nazismo.

Após a guerra, continua suas viagens e conferências, alertando:

A guerra está ganha, mas não a paz…

Aceita fazer um concerto de violino, na cidade de Princeton, para beneficiar as crianças que ficaram órfãs durante a guerra.

Como Presidente do Comitê de Emergência dos Cientistas Atômicos, pede às Nações Unidas para pensarem numa forma de governo mundial.

Einstein acreditava que o único modo de preservar a paz seria tocando o sentimento do amor universal entre os povos.

Pensando nos outros, oferece um manuscrito de seu trabalho sobre a Teoria da Relatividade, com seu autógrafo, para ser leiloado.

A arrecadação de seis milhões de dólares foi enviada ao fundo de ajuda às vítimas da Segunda Guerra Mundial.

Ele reencarnara para revolucionar o mundo com a Lei da Relatividade e a matemática.

Também revolucionou corações como missionário da paz.

NA CRUZ

“Ele salvou a muitos e a si mesmo não pôde salvar-se.”
-(MATEUS, 27:42)

Sim, ele redimira a muitos…

Estendera o amor e a verdade, a paz e a luz, levantara enfermos e ressuscitara mortos.

Entretanto, para ele mesmo erguia-se a cruz entre ladrões.

Em verdade, para quem se exaltara tanto, para quem atingira o  pináculo, sugerindo indiretamente a própria condição de Redentor e Rei, a queda era enorme…

Era o Príncipe da Paz e achava-se vencido pela guerra dos interesses
inferiores.

Era o Salvador e não se salvava.

Era o Justo e padecia a suprema injustiça.

Jazia o Senhor flagelado e vencido.

Para o consenso humano era a extrema perda.

Caíra, todavia, na cruz.

Sangrando, mas de pé.

Supliciado, mas de braços abertos.

Relegado ao sofrimento, mas suspenso da Terra.

Rodeado de ódio e sarcasmo, mas de coração içado ao Amor.

Tombara, vilipendiado e esquecido, mas, no outro dia, transformava a própria dor em glória divina. Pendera-lhe a fronte, em pastada de sangue, no madeiro, e ressurgia, à luz do sol, ao hálito de um jardim.

Convertia-se a derrota escura em vitória resplandecente. Cobria-se o
lenho afrontoso de claridades celestiais para a Terra inteira.

Assim também ocorre no círculo de nossas vidas.

Não tropeces no fácil triunfo ou na auréola barata dos crucificadores.

Toda vez que as circunstâncias te compelirem a modificar o roteiro da
própria vida, prefere o sacrifício de ti mesmo, transformando a tua dor em auxílio para muitos, porque todos aqueles que recebem a cruz, em favor dos semelhantes, descobrem o trilho da eterna ressurreição.

O que estou fazendo da minha vida?

Pense nisto. Você está dando à sua vida um fim útil?

Não passe seus dias na rotina ociosa. Transforme-os
num caminho para o seu aprimoramento e dos que partilham de sua existência. Combata o egoísmo. Veja as necessidades dos outros. Ajude.

Faça de Deus um companheiro dos seus dias. Entre em ligação com Ele através da prece diária. Nada tema.
Viva com amor e simplicidade.

Servir é a única maneira de dar um sentido à vida e garantir a felicidade.

Pai, Perdoai-os…Eles Não Sabem O Que Fazem…

Seriamos nós, capazes de oferecer um filho nosso,

para salvar o mundo?

Não… com certeza, não…

E muito menos vê-lo sofrer nas mãos de seres

tão desprovidos de sentimentos, de bondade,

compreensão e Amor…

E…, após 2000 anos, nós, Habitantes desse planeta,

Divinamente criado para nos oferecer alimento,

água, saúde, e vida,

ainda não entendemos nada…

Não aprendemos a amar e respeitar

nosso semelhante, nosso irmão, nossos pais…

Não aprendemos a doar, sem esperar retorno…

Não aprendemos a dividir para não faltar a ninguém…

Não aprendemos a cuidar da Mãe terra

com o devido carinho para deixarmos bons frutos

a serem colhidos, pelos que ainda virão…

Óh Pai, perdoai-os… eles não sabem o que fazem…

Disse Jesus, nos últimos e agonizantes momentos

de sua vida, dedicada a nos ensinar o Amor…

E o Pai na sua infinita bondade, nos perdoa

a cada dia até hoje… Mas, até quando?

Quanto tempo ainda levaremos para aprender

os ensinamentos deixados por Jesus?

Lembramo-nos hoje, onde marcamos no calendário,

esse dia triste da Crucificação, Choramos…

Lembramos com alegria o dia da Ressurreição…

Alegramo-nos.

Mas… logo após esquecemos tudo novamente,

e… aguardamos mais um ano se passar

para lembrarmos que o maior ensinamento

que deveríamos guardar na mente, na alma,

e no coração é o:

-”Amar o Próximo como a ti mesmo!”

E, se a humanidade praticar esse Amor…

com certeza, não só hoje, mas em todos os dias do Ano,

vivenciaremos a verdadeira Páscoa!

PENSAMENTOS NEGATIVOS”

Foi feita uma estimativa que concluiu que o ser humano possui uma média de cinquenta mil pensamentos diários.

É uma quantidade expressiva de pensamentos. Alguns deles são, com certeza, positivos e produtivos.

Infelizmente, outros tantos são negativos, aborrecidos, assustados, pessimistas, preocupados.
Na verdade, a questão importante quando se trata de obter a paz não é se você deve ou não ter pensamentos negativos (com certeza os terá), mas o que você vai optar por fazer com eles.

Na prática, você, na realidade, só tem duas opções para lidar com seus pensamentos negativos.
Pode analisá-los, ponderá-los, dissecá-los, estudá-los, pensar melhor ou pode aprender a ignorá-los, afastá-los, não prestar atenção neles, não levá-los a sério.
Esta última opção, aprender a não levar seus pensamentos negativos a sério, é infinitamente mais eficaz em termos de aprendizado de paz.

Quando você tem um pensamento, seja qual for, isso é tudo que ele é: um pensamento!
Pode magoá-la sem que precise pedir seu consentimento para isto.
Se você tem, por exemplo, um pensamento vindo de seu passado, “Eu me aborreço porque meus pais não fizeram um bom trabalho”, você pode ir em frente, e ele criará um turbilhão interno.
Se, em sua mente der importância ao pensamento se convencerá que deveria, de fato, ser infeliz.
Ou, reconhecerá que sua mente está prestes a criar uma bola de neve mental, e você pode escolher dispensar o pensamento.
Isso não quer dizer não admitir que sua infância foi difícil (pode até ter sido), mas neste exato momento, você tem uma escolha a respeito de quais pensamentos devem ser considerados relevantes.

A mesma dinâmica mental se aplica a pensamentos desta manhã, de cinco minutos atrás.
Uma discussão que ocorreu quando você estava saindo para o trabalho, não é mais uma discussão, é um pensamento em sua mente.
Esta dinâmica também se aplica a pensamentos futuros desta noite, próxima semana, ou daqui a dez anos.

Você descobrirá, na maioria dos casos, que ao ignorar ou “esquecer” um pensamento negativo que ocupa sua mente, pensamentos pacíficos, subitamente, se aproximarão.
E, num estado de mente mais pacífico, sua sabedoria e senso prático lhe dirão o que fazer.
Esta estratégia exige prática, mas vale o esforço.