Mensagem do dia – Alegre-se com a vida!

Aproveite o tempo e os poderes que ele tem.

Use bem o agora e espere feliz o amanhã.

Tenha confiança.

Há amor divino no tempo.

Há significados.

Alegre-se com a vida, com o que lhe
acontece, e veja-se em progresso.

Use a fé neste instante e… mãos à obra!

Trabalhe confiante, afaste os medos,
e tudo será em seu benefício.

O amanhã é filho do hoje.

É de um hoje bem feito que surge o amanhã feliz.

BOM DIA/14/01

A verdadeira linguagem
é a linguagem do coração.
É a linguagem onde a gentileza abre caminhos, onde a alegria conduz, onde a luz protege,
onde o amor abençoa.
A tua verdadeira linguagem é aquela que, quando proferida, o mundo silencia e ouve atento, pois não és tu quem fala,
e sim o amor através de ti.
A tua verdadeira linguagem é serena,
porque o amor é sereno.
A tua verdadeira linguagem é precisa,
porque assim é o teu espírito.
A tua verdadeira linguagem é amorosa,
porque do amor foste criado.
Quando falas com o coração, muito podes dar, muito podes ensinar.
A palavra amorosa traz consigo
a cura para todos os males,
o perdão para toda culpa, o amor para todo ódio e a luz para toda escuridão.
Sê honesto com teus sentimentos
e cuida de tuas palavras.
Não te esqueças de que enquanto falas,
o outro ouve…
Não causes ferimentos no coração daquele que tanto necessita crescer.
Quando falas com o coração o amor entra agradecido em teu ser, grato por ser um contigo, grato por, através de ti,
poder estender-se a tantos outros que,
como tu, necessitam de luz e compaixão.

O Espírito do Natal

Deixa eu ver se o espírito do Natal já está na sua casa.
Não, não quero ver a árvore iluminada na sala,
nem quero saber quanto você
já gastou em presentes.
Quero sim, sentir no ambiente a mensagem viva
Do aniversariante desse Dezembro mágico:
toda a família está unida?
O perdão já eliminou aquelas desavenças
que ocorrem no calor das nossas vidas?
Não quero ver a sua despensa cheia,
quero saber se você conseguiu doar
alguma coisa do que lhe sobra,
para quem tem tão pouco, as vezes nada.
Não exiba os presentes que você já comprou,
mesmo com sacrifício,
quero ver ai dentro de você a preocupação
com aqueles que esperam tão pouco,
uma visita, um telefonema, uma carta,
um e-mail…
Quero ver o espírito do Natal entre pais
que descobrem tempo para os filhos,
em amigos que se reencontram
e podem parar para conversar,
no respeito do celular desligado no teatro,
na gentileza de quem oferece o banco para o mais idoso,
na paciência com os doentes,
na mão que apóia o deficiente visual
na travessia das ruas,
no ombro amigo que se oferece
para quem anda meio triste,
perdido.
Quero ver o espírito de Natal invadindo as ruas,
respeitando os animais,
a natureza que implora por cuidados tão simples,
como não jogar o papel no chão, nem o lixo nos rios.
Não quero ver o Natal nas vitrines enfeitadas,
no convite ao consumo,
mas no enfeite que a bondade faz
no rosto das pessoas generosas.
Por fim, mostre-me que o espírito do Natal
entrou definitivamente na sua vida,
através do abraço fraterno, da oração sentida,
do prazer de andar sem drogas e sem bebidas,
do riso franco,
do desejo sincero de ser feliz e de tão feliz,
não resistir ao desejo de fazer outras pessoas,
também felizes.
Deixe o Natal invadir a sua alma,
entre os perfumes da cozinha
que vai se encher de comidas deliciosas,
no cheiro da roupa nova que todos vão exibir,
abrace-se à sua família
e façam alguns minutos de silêncio,
que será como uma oração do coração,
que vai subir aos céus,
e retornar com um presente eterno, duradouro:
o suave perfume de Jesus,
perfume de paz, amor,
harmonia e a eterna esperança de que um dia,
todos os dias serão como os dias de natal.
Feliz Natal para você e para os seus!

UMA VONTADE ESPECIAL

Herman e eu fechamos nossa loja e nos arrastamos para casa. Eram 11 horas da noite, véspera do Natal. Estávamos extremamente cansados. Tínhamos vendido todos os nossos brinquedos, exceto um, já embrulhado por um dos vendedores, que fora reservado mas a pessoa não retornou.

Na manhã de Natal, logo cedo, nosso filho de doze anos, Tom, abriu seus presentes e se divertia. Mas havia algo de estranho naquele Natal. Eu sentia uma persistente vontade, um desejo que parecia estar me mandando voltar à loja. Olhando para a calçada escorregadia lá fora, eu disse para mim mesma:
- Isso é loucura. Nada há a fazer lá.

Tentei despachar aquela vontade, mas ela não me deixava em paz. Aliás, ficava mais forte. Finalmente, eu não pude mais esperar e me vesti. Do lado de fora o vento era cortante e congelava meu rosto. Tateando, escorregando e deslizando, cheguei à loja.

Em frente, estavam dois meninos, um de aproximadamente nove anos e o outro de seis.
- Viu, eu não disse que ela viria? O mais velho disse jubiloso. O rosto do mais jovem estava molhado com lágrimas, mas quando ele me viu seu choro parou.

- O que vocês dois fazem aqui fora? Perguntei, me apresando à colocá-los para dentro da loja. Vocês deveriam estar em casa num dia como este!
- Estávamos esperando por você, respondeu o mais velho. Meu irmão não ganhou nada no Natal. Nós queríamos comprar um par de patins. É isso o que ele queria ganhar. Temos três dólares, disse puxando as notas de seu bolso.

Olhei o dinheiro. Olhei seus rostos cheios de expectativas. E então olhei ao redor da loja.
- Sinto muito, eu disse, mas não tem mais nenhum brinquedo! Então minha vista parou sobre aquele embrulho solitário na prateleira atrás do balcão.

- Espere um minuto, falei aos meninos.

Fui até o balcão, peguei o embrulho, abri e, milagre dos milagres, era um par de patins! Jimmy, o menino mais novo, correu para eles.
- Senhor, deixe que seja de seu tamanho. Pensei.

E milagre sobre milagre, eram do tamanho exato. O menino mais velho me entregou o dinheiro.
- Não, eu lhe falei, quero lhes dar estes patins e quero que usem seu dinheiro para comprar luvas.

Os meninos pareciam não acreditar, a princípio. Então os seus olhos tornaram-se brilhantes e sorrisos estamparam em seus rostos. O que vi nos olhos de Jimmy era uma bênção. Era pura alegria.

Saímos juntos da loja e, enquanto eu trancava a porta, me virei para o mais velho e perguntei,
- O que o fez pensar que eu viria?

Definitivamente eu não estava preparada para sua resposta. Seu olhar foi fixo e ele me respondeu suavemente:

- Eu pedi que Jesus enviasse você.

O calafrio na minha espinha não era de frio. Deus tinha planejado tudo isto.

Depois de acenar em despedida, voltei para casa para o Natal mais brilhante de minha vida.

Salmo 135

1 Louvai ao Senhor. Louvai o nome do Senhor; louvai-o, servos do Senhor,

2 vós que assistis na casa do Senhor, nos átrios da casa do nosso Deus.

3 Louvai ao Senhor, porque o Senhor é bom; cantai louvores ao seu nome, porque ele é bondoso.

4 Porque o Senhor escolheu para si a Jacó, e a Israel para seu tesouro peculiar.

5 Porque eu conheço que o Senhor é grande e que o nosso Senhor está acima de todos os deuses.

6 Tudo o que o Senhor deseja ele o faz, no céu e na terra, nos mares e em todos os abismos.

7 Faz subir os vapores das extremidades da terra; faz os relâmpagos para a chuva; tira os ventos dos seus tesouros.

8 Foi ele que feriu os primogênitos do Egito, desde os homens até os animais;

9 que operou sinais e prodígios no meio de ti, ó Egito, contra Faraó e contra os seus servos;

10 que feriu muitas nações, e matou reis poderosos:

11 a Siom, rei dos amorreus, e a Ogue, rei de Basã, e a todos os reinos de Canaã;

12 e deu a terra deles em herança, em herança a Israel, seu povo.

13 O teu nome, ó Senhor, subsiste para sempre; e a tua memória, ó Senhor, por todas as gerações.

14 Pois o Senhor julgará o seu povo, e se compadecerá dos seus servos.

15 Os ídolos das nações são prata e ouro, obra das mãos dos homens;

16 têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem;

17 têm ouvidos, mas não ouvem; nem há sopro algum na sua boca.

18 Semelhantemente a eles se tornarão os que os fazem, e todos os que neles confiam.

19 ó casa de Israel, bendizei ao Senhor; ó casa de Arão, bendizei ao Senhor;

20 ó casa de Levi, bendizei ao Senhor; vós, os que temeis ao Senhor, bendizei ao Senhor.

21 Desde Sião seja bendito o Senhor, que habita em Jerusalém. Louvai ao Senhor.

Ó DEUS!

Não consigo encontrar-Te apenas nos templos.  Eu Te encontro quando abro os olhos, quando falo, ouço e ando.  Enxergo-te, bem claro, no perfume da rosa, no som do trovão, na leveza do ar puro, na suavidade do vento, na pureza da água, na perenidade do riacho,  na placidez do lago, na impetuosidade das ondas do mar, no instinto do cão fiel, na paciência do
burro, na nuvem que passa, na chuva, na força da eletricidade, nas ondas do rádio e da televisão.

Vejo-Te na semente que rompe a si mesma; no meu corpo, no fígado que elimina as gorduras; no coração, que pulsa; no cérebro, que pensa; na respiração que traz vida.

Vejo-Te no olhar das pessoas, no timbre de suas vozes, na atenção que me dão,  nos olhinhos da criança, no andar do velho, na alvorada, no crepúsculo, na hora silenciosa, na inspiração, nos ideais superiores e Te pressinto na consciência.
Obrigado! Obrigado

Force a sua natureza para cima.

A sua natureza é divina, pura e possui dinamismo e esplendor. É como a semente que tem virtudes para ser árvore, flores e frutos.
Ela age e reage conforme você pensa, ama e faz.
Quando você força para baixo, em direção a maldades ou vícios, ela se põe de sobreaviso, em posição de defesa, esperando que o sinal de decadência passe.
E se você anseia por crescer, progredir, melhorar-se e dela se lembra, então ela se solta, vibra e fulgura de tal maneira que lhe possibilita alcançar o que pretende.
A sua divina natureza é progresso infinito.

QUEM É DEUS?

Deus é infinito.  Não cabe em nossa cabeça limitada.
Se coubesse, não seria Deus. O importante não é conhecê-lo, mas viver o seu amor.  Ele não é
um “objeto” de estudo, mas um Pai amoroso que passa para nós a sua vida.

INFELIZ

De todos os infelizes, por abraçar voluntariamente a condição de usurpador dos bens que pertencem à vida, ele surge talvez como sendo o mais desventurado.

*

Ilhado na sombra em que se lhe circunscreve o entendimento, cristaliza-se na solidão, aprisionado no cárcere que talhou para si próprio.

*

Enquanto os ricos de renovação e atividade movimentam o ouro, imprimindo-lhe a feição de pedestal da beneficiência ou de sangue do trabalho, erige-se em carrasco do dinheiro, segregando-o em áreas empoeiradas, junto das quais se transforma mentalmente em víbora humana, pronta aferir quem se lhe abeire da moeda que o descanso enferruja.

*

Enquanto os ricos de simplicidade e de amor se entregam à refeição feliz que o suor do dever retamente cumprido converte em saboroso repasto, senta-se, quase sempre sozinho, à mesa da penúria que arrasta, roendo o pão endurecido que reservou à própria fome, a fim de não desfalcar os vinténs envenenados que ajunta.

*

Para ele, reduz-se a existência ao culto do azinhavre e do mofo, acreditando-se indene da passagem do tempo que lhe senhoreia os dias e lhe consome os tesouros.

*

Espiam-no malfeitores impiedosos que lhe namoram a bolsa oculta, tentando furtar-lhe a vida, e seguem-no os milhafres do fisco, nele antevendo a presa fácil, enquanto a inveja e o despeito lhe contemplam, embevecidos, a lamentável loucura de modo a lhe pilharem utilidades e haveres tão logo caia,desamparado, ao golpe rijo  da morte.

*

Semelhante mendigo a esconder-se na furna da aflição e do desencanto, carregando nos ombros o esquife dourado da miséria a que se acorrenta, é o usuário comum, que, em retendo o dinheiro distante do progresso, flagela a própria alma, a gemer sob a treva que alimenta em si mesmo, dementado e infeliz.

Solidariedade e evolução

Solidariedade e evolução andam
lado a lado

Para viver bem…

Faça por alguém sem esperar algo em troca.

Não importa que nome dê a isso:
caridade, fraternidade, solidariedade, mas faça.

Sempre há alguém necessitando de ajuda, por mínima que ela seja.

Uma visita a algum enfermo, uma palavra de encorajamento a quem resiste a uma doença, um gesto de incentivo a quem passa por dificuldades.

Para nós pode ser pouco, mas para quem recebe talvez o pequeno gesto signifique extamente aquilo que faltava.