Mensagem do dia – Coloque-se em direção a felicidade.

Ponha-se a meditar…
Veja-se pequenino, talvez ainda nos braços dos
seus pais ou dos que muito amaram você.
Vá com a imaginação aos tempos mais longínquos e
lembre a sua criação, os seus estudos e coisas
semelhantes, até chegar aos dias que correm.
Observe-se, agora, sem reservas, sem esconder
nada de si e considere se sua antiga
forma de ser ainda serve à evolução.
Pondere se não está apenas repetindo os
mesmos costumes, as mesmas idéias.
E tome a decisão, sem deixá-la para
depois, de fazer um agora proveitoso.
Exercite o espírito, a imaginação, e coloque-se
em direção a Deus, ao bem, a felicidade.
Mais importante do que o seu passado é o seu agora.

BOM DIA 07/02

As graças de Deus são abundantes.
Considere-se com essas graças.
O Poder Superior não as dá minguadas, fracas, insuficientes.
Caso se julgue sem elas, forçosamente regressarão ao
ponto de origem, sem favorecer-lhe como poderiam.
Se possível, imagine-as em torrente, vindas sobre você,
cristalinas, vibrantes, tonificantes, abrangendo todo o seu
corpo, sem deixar de fora uma só célula ou um só órgão.
E, se estiver mais necessitado, mais benefícios ainda receberá.
Assim é a graça divina.
Quanto mais difícil o momento, mais alívio ela traz.
É uma felicidade sentir-se preenchido pelas graças divinas.

Sensatez

Quando estamos no mar, perto de um afogamento,
temos que parar de nos debatermos e encontrar forças para com calma, simplesmente boiar.

Quando recebemos uma notícia dramática, inesperada mesmo, por maior que seja o abalo,
o que nos resta é buscarmos um copo com água e beber lentamente para nos acalmarmos,
evitando assim um infarto.

Quando estamos dirigindo sob uma forte chuva, daquelas que não enxergamos nada,
devemos cuidadosamente procurar uma maneira de parar em segurança e esperar a chuva passar.

Quando estamos atolados de dívidas, cheio de cobradores na nossa cola,
temos que de maneira sensata, parar imediatamente de fazer novas dívidas,
e pagar a cada um dos credores conforme as nossas possibilidades, “sem fazer novas dívidas”,
sem buscar soluções milagrosas em financeiras ou agiotas.

Quando o relacionamento está naufragando, cheio de brigas e discussões,
isolamento, traição e outros problemas, o casal deve buscar em entendimento,
se fortalecerem, unindo-se na busca daquele sentimento que um dia os uniu,
tendo a certeza absoluta que, a separação e um novo relacionamento não é solução,
é simplesmente uma transferência de problemas.

Tudo isso é a sensatez quem o diz,
a sabedoria e a razão que falam trazendo luz para nossos problemas,
trazendo a solução real que infelizmente, no hábito de fugir dos problemas buscamos inventar soluções mágicas:
loterias, apostas, cassinos, máquinas, bingos, empréstimos, financiamentos e outros subterfúgios,
e isso acaba nos colocando em uma forca onde só falta mesmo chutar o banquinho para o nó esticar.

Diante dos problemas, pare tudo, pare as lamentações, o sensacionalismo,
aquela mania de chorar por qualquer coisa. Enxugue essas lágrimas para enxergar a solução,
ou soluções: conversa franca, sinceridade, abrir o coração, fazer contas da sinceridade, lutar mais um pouco,
levantar a cabeça e gritar pela dignidade da sua vida, “rodar a baiana” se precisar,
dizer basta, dizer CHEGA!, e dizer “eu te amo sem medo de ser piegas”,
a verdade, a razão, a justiça e Deus,
tudo caminha junto de quem assume a direção da própria vida.
Que tal dirigir o carro da sua vida?

Por que as folhas caem

A cada outono,
certas plantas e árvores
preparam-se para um repouso
necessário e vital à sua vida
e continuação.

Algumas espécies de árvores
matizam-se de várias cores,
num maravilhoso contraste entre
a melancolia e a beleza extrema.

Depois, uma a uma,
as folhas caem, como lágrimas,
até que as árvores, nuas e tristes,
abram os braços ao inverno e esperem,
pacientemente, a primavera,
que restaurará cada folha caída.

Por que para nós seria diferente?

Por que não
perder antes de reencontrar,
por que não as lágrimas,
por que não dias áridos,
frios e secos?

E por que não a esperança de que
a primavera volte?

Porque, creiam, ela volta sempre!

Talvez nos julguemos bons
demais para receber o sofrimento,
como se ele fosse sempre
símbolo de castigo e não algo
necessário ao nosso crescimento.

As folhas caem e as árvores
parecem assim tão desprotegidas,
tão solitárias!…
e eu me pergunto o que faz
com que sobrevivam.

Elas entendem que esse período
é necessário à sua renovação.
Elas aceitam,
doam-se e
esperam e recebem de volta,
no tempo oportuno.

Assim somos nós com todas
as perdas que sofremos,
com as lágrimas que escorrem
e salgam nossa boca,
com o tempo
que parece interminável
ou as noites longas demais.

Tanto que não entendemos
e não aceitamos o sofrimento,
ele se prolongará.
Tanto que não vemos isso
como uma fase,
apenas uma fase,
a ferida estará
aberta e sangrará.

Não aceitar o outono
e negar o inverno não faz
com que não existam.
Apenas nos deixam fora de
uma realidade que chega
pra todo mundo.

Não somos maus demais para
recebê-los como um castigo
e nem bons demais para que
possamos não acolhê-los.

As árvores perdem as folhas
e perdemos os nossos.
Elas choram
e choramos também.
Elas esperam e nada há que
nos impeça de esperar.

E elas recebem,
a seu tempo determinado,
novos galhos e novas folhas,
novas flores e novos frutos.
Sentem-se assim completas.

Somos assim o que somos
e o mesmo Deus que
sustenta as árvores,
nos sustenta a nós!

E Ele nos poda,
nos molda,
nos deixa nús
e aparentemente sem defesa,
mas está sempre presente
e estará ainda quando
a primavera voltar,
quando seremos,
depois do inverno frio,
renovados e prontos para
recomeçar.

Festa da apresentação do Senhor

Quarenta dias após o Natal, a Igreja celebra a Festa da Apresentação do Senhor, relembrando o dia em que Jesus foi apresentado ao Templo por Maria e José. O gesto da apresentação faz memória do oferecimento de toda a vida de Jesus Cristo a Deus, vislumbrando que Sua existência está voltada para a humanidade. Esta festa também é conhecida como Festa da Purificação de Nossa Senhora.
A lei de Moisés fixava o tempo em que as mães, após dar à luz, deviam se apresentar com os filhos recém-nascidos, diante dos altares do Templo. Além disso, determinava uma oferenda a ser feita quando a criança era do sexo masculino.
No Templo, José e Maria encontrarão a profetisa Ana e o velho Simeão. Ana, viúva há muitos anos, vivia no Templo dedicando-se ao serviço a Deus com jejuns e orações. Ao encontrar o Menino, reconhece Nele o Messias esperado e põe-se a louvar a Deus e a falar da revelação que lhe acontecera a todas as pessoas.
Já o velho Simeão reconhece o Messias logo que Seus pais adentram o Templo e levantando-o nos braços, louva a Deus por tê-lo permitido ver Sua glória naquela criança. É Simeão quem irá reconhecer no Menino o verdadeiro Messias tão esperado e, após agradecer a Deus, advertirá Maria sobre o futuro de Jesus: Ele será um sinal de contradição, revelando os pensamentos de muitos corações e uma espada traspassará a alma da Mãe amorosa, que verá seu Filho sofrer pelo egoísmo da humanidade que não O receberá.
Certamente, Maria pouco entendeu o que Simeão estava a lhe dizer. Porém, continuava a meditar sobre o significado de todas essas coisas em Seu coração. Voltando para Nazaré, irá acompanhar o crescimento do Menino em sabedoria, estatura e graça.
Maria Santíssima ofereceu ao Senhor o sacrifício ritual de dois pombinhos, estabelecido para a purificação de mulheres pobres. Jesus e Maria não estavam sujeitos à Lei, mas quiseram observá-la por amor à humildade e para nos dar o exemplo.
Textos Bíblicos da Festa:
Ml 3, 1-4
Salmo 24/23
Hb 2, 14-18
Lc 2, 22-40

Acres de diamantes

Algumas histórias soam tão verdadeiras e expressam as coisas tão bem que ficam para sempre em nossa memória.
Quem tornou esta famosa foi o Dr. Russel Henrman Conwell (1843-1925), que viajou pelos Estados Unidos contando e recontando esse caso surpreendente.
A história se refere a um fazendeiro africano que viveu no período em que os primeiros diamantes estavam sendo descobertos na África.
A possibilidade de obter grandes riquezas interessou ao fazendeiro, e certo dia ele vendeu a fazenda e partiu em busca dos diamantes que o tornariam um homem rico e feliz.
Mas sem êxito, sem dinheiro, doente e desanimado, suicidou-se, atirando-se nas águas de um rio impetuoso.
Algum tempo, porém, o homem que comprara as terras do fazendeiro encontrou uma pedra grande e de aparência estranha, no pequeno riacho que atravessava a fazenda.
Mais tarde, um visitante, ao ver a pedra em cima da lareira, voltou-se para o novo dono e informou-o de que encontrara um dos maiores diamantes já vistos pelo homem.
Pesquisas revelaram que a fazenda inteira estava coberta de pedras magníficas, semelhantes àquela.
Depois, o Dr. Conwell discorria sbre a moral da história:
O primeiro fazendeiro possuíra milhares de diamantes. Entretanto, ele não dedicara tempo em investigar o que lhe pertencia.
Muitas pessoas padecem por ignorância.
Deus lhes oferece vida plena e completa, mas elas não se dedicam a investigar, provar e desfrutar do que o Senhor lhes oferece.

O passado já foi e o futuro ainda não veio.

Todos nós sabemos que é o momento presente

que merece a maior atenção.

O passado já foi e o futuro ainda não veio.

É também no presente que forjamos o futuro.

Com carinho e atenção, sem estragar o presente ao pensar

no futuro, sem permitir que o que não existe destrua o que existe.

Porém não devemos desprezar o futuro e deixar

de olhar para o que poderemos vir a ser.

Nem nos apegar a hábitos nocivos e deixar de acreditar

no poder de uma ação vigorosa a favor de nós

mesmos ou dos que carecem de nosso amparo.

Alimente a sua chama interna.

Sustente uma chama que ilumine todo o seu interior com sabedoria, amor e fé.

Dê-lhe permanente combustível.

O combustível da chama interna é pôr em ação as boas intenções, é exercitar-se em ser melhor, em entender e reconhecer suas aptidoões e belezas íntimas, em ver ensinamentos nas coisas e fatos, em amar as pessoas como iguais a você e ter o coração, a mente e o espírito reverentes ao
Senhor Deus.

Ilumine-se.

Nunca perca uma oportunidade de fazer luz dentro de você.

A chama do bem acesa internamente brilha para sempre.

Sê otimista!

Quando és otimista, não necessitas de esforço para ser
alegre.
A alegria aparece naturalmente, como o sumo da fruta
que espremes, posto que nela já se encontrava.

Se pensas que o mundo é amigo e que todas as pessoas
têm o poder e o amor divinos, se admites tranqüilamente
que o teu futuro é muito bom, que a tua saúde resiste
a todos os males e que nunca te faltará o que fazer,
esses pensamentos de satisfação fluem à tua face aos
borbotões, espontaneamente.

Cultiva, pois, o otimismo, o vigor dos pensamentos,
a esperança e a fé profunda em Deus, que a alegria
habitará em todo o seu ser.

Com otimismo é fácil progredir e ser feliz

Culpas e desculpas

Há os que viajam para os desertos
para encontrar a paz,
fogem das grandes cidades,
do barulho e cortam qualquer
tipo de comunicação;
outros fecham-se em si e a procuram
nas meditações e reflexões
do sentido da vida;
há ainda aqueles que negam
qualquer tipo de culpabilidade,
como se negação fosse sinônimo
de libertação.

Se tivéssemos a possibilidade
de correr o mundo inteiro,
viajar todos os mares e subir
as mais altas montanhas,
atravessar o espaço e ir
além das estrelas,
ainda assim não poderíamos
apagar quem somos,
nem o que vivemos,
não nos tornaríamos melhores
e nem maiores.

Somente um olhar para
dentro de si mesmo,
um reconhecimento de total
condição humana e dependência
do Pai pode nos libertar e colocar
nas nossas mãos a paz que
tanto almejamos.

Ser honesto consigo é ser
honesto com o mundo inteiro.

Quem se engana a si mesmo,
comete o maior dos enganos.

Nunca, aqui na terra,
seremos grandes,
bons e perfeitos o bastante para
dizer que não temos mais nada
para aprender.

Aprendemos a cada dia,
às vezes com lágrimas
e dor no coração.

Não nos livramos das culpas
quando fugimos delas
e as desculpas não agem
como sabão.

Se quisermos dar passos ao
encontro do caminho da paz
e de um mundo melhor,
devemos aprender a aceitar
certas coisas:

– Não sabemos tudo;

– O outro pode perfeitamente ter razão;

– Devemos assumir nossas culpas
sem nos refugiar nas desculpas e isso
não nos impedirá de olhar
para a frente;

– Os erros que cometemos não
devem nos amarrar definitivamente
ao passado;

– O direito que temos de errar,
outros também têm e fracassar uma
vez não é fracassar para
a vida toda;

– Os pais também se enganam
e mesmo quando isso acontece
é que desejam o melhor para
os seus filhos;

– Cortar os pontos com alguém
é cortar pontes onde nós e os outros
poderíamos atravessar e viver
isolado não é a melhor solução
para resolver problemas;

– A comunicação é importante
para evitar mal-entendidos;

– Franqueza e doçura não precisam
estar dissociados;

– Evitar uma briga vale mais
que ter razão;

– Os gestos valem tanto
quanto palavras;

– Não é só a intenção que conta,
mas ela conta muito;

– Brincar não é privilégio
das crianças;

– Devemos perdoar até
setenta vezes sete;

– Ninguém é melhor
que ninguém;

– Somos todos moldados do mesmo
barro e o mesmo Deus que
soprou nas minhas narinas,
soprou nas narinas do meu irmão;

– Todos temos pecados;

– Jesus também chorou,
Ele foi crucificado,
mas nunca crucificou.

– Podemos estar na mais
alta montanha,
no mais longíquo dos desertos
e ainda assim estar
longe de Deus.

– Aquele que busca a Verdade,
encontra a Paz.

– Se somos herdeiros
do pecado e herdeiros
do bem.

São as sementes desse
último que devemos deixar
ao longo da nossa passagem.